sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

SEM POESIA - por TERESINKA PEREIRA

SEM POESIA

Vamos sofrer
com essa política
de extrema-direita
que assolou o mundo
sob o comando geral
de USA.

TERESINKA PEREIRA
Postagem enviada pela autora

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

POEMA: O AMOR - por Nijair Araújo Pinto

postagem enviada pelo autor

O LIVRO ARTESANAL E A LITERATURA ALTERNATIVA - Por Cláudia Brino e Vieira Vivo * NA REVISTA DE LOS JAIVAS


Um dia desses recebemos um convite para falarmos de nosso trabalho editorial e com certeza entramos em jubilo. Agradecemos o convite de Eduardo Waack e à revista De Los Jaivas  por este momento que foi tão especial para nós. Ed. Costelas Felinas / livros e revistas artesanais

O LIVRO ARTESANAL E A LITERATURA ALTERNATIVA
 Por Cláudia Brino e Vieira Vivo *

Para novos autores ou para aqueles que já atuam em âmbito regional há um imenso abismo entre quem produz e quem edita. Estes autores, via de regra, são obrigados a bancar a edição de seus próprios livros ficando atrelados a um rodamoinho de dificuldades. Em vista disso, nós da editora Costelas Felinas (livros e revistas artesanais) idealizamos uma espécie de plataforma intermediária, visando facilitar a movimentação literária desses autores independentes e de seus respectivos grupos.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

TRIÂNGULO BURGUER : “O SANDUICHE QUE FALA UAI!!...” Por : Pettersen Filho

TRIÂNGULO BURGUER : “O SANDUICHE QUE FALA UAI!!...”
Por : Pettersen Filho

Tema absolutamente em voga, em um Mundo de Biodiversidade, Desenvolvimento Sustentável, Efeito Estufa, e Naturalismo, em que a vida saudável e a longevidade são preservados, inaugurou na Pampulha a mais nova “Cadeia” de Lojas de Belo Horizonte, quiçá, do Brasil a “Triângulo Burguer”, por enquanto possuidora de somente uma Loja, tipo “Show Room”, que além de processar e produzir os seus próprios bifes de Hambúrgueres, sem conservantes e com temperos naturais, frescos, ao vivo e a cores, na maquininha manual de moer carne da Vovó, trata o tema com o mais absoluto respeito.. http://www.abdic.org.br/index.php/1534-triangulo-burguer-a-senssacao-em-sanduichhes-artesanais-da-papmpulha

postagem enviada por JORNAL O GRITO DO CIDADÃO

REVISTA CABEÇA ATIVA - tema ESTAÇÕES

Cabeça Ativa nos oferece em seu 6º número a visão trans-formadora das estações do ano refletidas através da sensibilidade humana. O espetáculo revitalizante das paisagens fundindo-se e renascendo em meio à passagem dos meses.

Da exuberância magnificamente colorida de uma tarde ensolarada de verão ou sua cálida noite transbordando luares e estrelas à introspecção melancólica unida à vaga sensação de abandono que nos traz um dia cinzento, úmido e frio de inverno, a poesia passeia e mostra-se em comunhão com os ares do planeta.

Temos, ainda, a suprema ornamentação floral de encanta-doras primaveras brindando os poetas com o mito do reflorescer, sempre, incólumes e serenas após a hibernação a que se submetem com encantadora abnegação. E, a passagem do verão ao inverno, o misterioso e sublime outono com sua eterna imagem de folhas  esvoaçantes ofertando-se ao vento.

GREGHI FILHO: ARTISTA - livro de Roberto Massoni -

Para marcar o lançamento do livro Roberto Massoni, criou um verdadeiro espetáculo. Veja no texto de Vieira Vivo o que ocorreu na noite RITUAL GREGHI FILHO

capa: Roberto Massoni
No dia 01 de setembro de 2011 Greghi Filho faria 74 anos e entre nós esteve presente. Primeiramente, através de ato religioso na Igreja São José Operário às 18.30 hs e logo após, todos nós reverenciamos sua obra e personalidade artística através de Ritual de Memória realizado no Estúdio Tescom, à Av. Rodigues Alves, 195, em Santos.

A decoração interna totalmente voltada para o evento continha guarda-chuvas suspensos (alusão ao prêmio de melhor ator que Greghi conquistou como um dos homens do guarda-chuva na peça “Fando e Lis, de Arrabal), tecidos brancos e negros formando aconchegantes abóbadas acima do público que adentrava ao espaço cênico; inscrições com o nome do homenageado recobriam a parede lateral e cartões em branco convidavam os presentes a registrarem suas impressões.

Aristides Theodoro - Gargalhada na Catedral


capa: Neli Maria Vieira
A mordacidade mostra as garras e desaforadamente cospe versos sobre os dogmas exibindo um desdenhoso sorriso sacana que se sobrepõe a cada página, impregnando o ar de uma inquietante acidez irônica. E enquanto cutuca a ferida expõe a lucidez cortante de um olhar  de esguelha e avesso apontando evidências ocultas e as dissecando cruamente, à frente de todos, diante da pasmaceira contínua. 
(Vieira Vivo)


Não me lembro de quem escreveu: “não poderíamos ver corretamente as coisas; senão olhando-as às avessas.”
É com esse olhar enviesado, que leio os poemas de Aristides Theodoro. Neles percebo um grande desencanto pela humanidade.

            Humanidade: húmus, “lembra-te que do pó vieste e ao pó hás de retornar”.

            Assim, canalhas e heróis, santos e demônios, poetas e decadentes, batistas e neros, russos, cubanos, mauaenses, judeus, portugueses e franceses, enfim, o uni – verso de leituras do autor aflora nesses versos duros e afiados, evidenciando as pegadas do crítico literário mordaz e impiedoso, que não poupa deus e todo mundo.

            Leiam e confiram.  (Judith Vilas Boas Ribeiro)   
Ed. Costelas Felinas - http://artesanallivros.blogspot.com.br/

O GRITO APAVORANTE DO BLUES

POEMA: CASCARA DE HUEVO - POR REYNALDO ARMESTO OLIVA

CASCARA  DE  HUEVO

Como cascara de huevo
incierto se me presenta
ver cambiar la vestimenta
de lo viejo por lo nuevo.
Tras la piedra que no muevo
de la suela del zapato
se desliza ya de ingrato
la cobija de mis días,
pasos torpes, manos frías
dios figura un garabato.

REYNALDO ARMESTO OLIVA . CUBA . IWA
postagem enviada pelo autor

Objetos d' Versos ganha resenha de Vivian de Moraes

compre este livro e ganhe 01 ganha de assinatura da revista Cabeça Ativa.
contato: cacbvv@gmail.com
Dois poemas para cada objeto - por Vivian de Moraes -
Estamos cercados de poesia. No entanto, uns não a veem, mas outros sim, estão sensibilizados com a beleza de todas as coisas, mesmo as mais prosaicas. Entre os últimos estão os escritores e editores Claúdia Brino e Vieira Vivo. Trata-se de um casal que toca um projeto literário, mais do que uma editora que se chama "Costelas Felinas". Eles promovem concursos, editam a revista trimestral "Cabeça Ativa", fazem mil e uma.
A respeito do livro: um verdadeiro encanto. Para cada objeto, cada um dos dois fez um poema. E são todos um encanto. Cada nome de poema é o nome de um objeto, perfazendo vinte no total. Tem de "Fósforo" a "Narguilé".

Leiamos os trabalhos para "Violão":

III Concurso de Trovas UBT / Country Magazine


Informações:
a) Aberto a autores dos Países de Língua Portuguesa
b) Trovas

Prazo: 15 de março de 2017*
* Será considerada a data de recebimento das trovas, não a da postagem pelos correios

NOVO SECRETÁRIO NACIONAL DA JUVENTUDE Por : Júlio César Cardoso

OVO SECRETÁRIO NACIONAL DA JUVENTUDE

Por : Júlio César Cardoso

"O advogado Francisco de Assis Costa Filho foi nomeado nesta quinta-feira novo Secretário Nacional da Juventude, mesmo respondendo a processo por enriquecimento ilícito e improbidade administrativa. O novo secretário teve os bens bloqueados para garantir o ressarcimento de desvios estimados em suposto esquema de funcionários fantasmas no valor de R$ 2.978.406, 88. Assis Filho é afilhado político do senador João Alberto (PMDB-MA), presidente do Conselho de Ética e braço direito do ex-presidente José Sarney e do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).”... http://www.abdic.org.br/index.php/1556-novo-secretario-nacional-da-juventude

POSTAGEM ENVIADA POR JORNAL O GRITO DO CIDADÃO

POESIA/POÉSIE - SELMO VASCONCELLOS

O autor e agitador cultural lançou em 2016 o livro POESIA/POÉSIE (português/francês) tradução de  Jean-Paul Mestas - ed. Costelas Felinas

NICTÊMERO

Numa noite
Onde encontrei a chuva
Onde encontrei a ternura
Onde encontrei a paz
Onde as nuvens se despediam
Dando lugar às estrelas
Que já mostravam seu brilho
Dando lugar ao luar
A lua iluminava meu caminho
A lua iluminava meu olhar
Com seu brilho eu via a beleza da Terra
Agora é a vez do Sol
Ah ! é lindo o seu nascer.


CRÉPUSCULAIRE

CHORANDO RETICÊNCIAS - cláudia brino


selo Ed. Costelas Felinas
selo Ed. Costelas Felinas

vestido de estrofe inteira

nascida do assombro primordial, das indagações fundantes da humanidade, a práxis poética ainda carrega nos ombros a fulguração e o fardo da origem. sua luta não se dá apenas no campo de batalha da palavra; através da linguagem, melhor dizendo, mas também contra a linguagem. a sonhada transcendência da realidade passa pela transcendência da língua que a enforma e traduz. objeto sonoro, quando pousa na cal da página, no entanto,
o poema
é um vestido
de estrofe inteira.

uma vestidura incômoda, imprevisível, capaz de deixar o leitor em situação delicada, nas horas mais desaconselháveis.... (Iacyr Anderson Freitas)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

À Cláudia Brino, sobre seu mais recente livrinho - por André Foltran

Poema de André Foltran após receber livro CHORANDO RETICÊNCIAS de Cláudia Brino - Ed. Costelas Felinas

*****
Cláudia Brino, recebi
das mãos de um velho carteiro
teu mais recente livrinho
— reticente, corriqueiro...

Livrinho, pois pequenino
 22 poemas contei;
e não mais de um minuto,
juro, para ler gastei.
(E foi nessa pobre concha
que uma pérola encontrei:

MEU IPÊ AMARELO - ROSÁLIA ROSA BURBA - 2ª Edição

Nesta coletânea de poesias, Rosália Rosa Burba nos apresenta diversos temas, porém um tema se destaca: a natureza.

Através da natureza, a escritora nos revela suas recordações da infância vivida no interior de Mato Grosso e São Paulo, nos mostra a natureza que não percebemos no dia-a-dia na cidade grande, como na poesia “Santo André”.


Podemos citar outros temas presentes nesta obra e que também merecem destaque: o amor retratado na poesia “Açucena” e a saudade presente na poesia “Saudades de Lins”.  Eliane Mapelli Faria


Quem dera pudesse amar-te
Do jeito que já te amei,
Embora muito distante,
É um sonho que guardarei.

Naquele tempo distante,
Sofria com o teu olhar,
Sabia que não percebias
O quanto eu estava a te amar.

REVISTA CABEÇA ATIVA - tema ANJOS

Ao transpor o portal de iniciação do segundo ano, “Cabeça Ativa” nº 05 entoa cânticos e trombetas em reverência aos seres alados que povoam e encantam a memória humana desde antes da criação do Éden. A enigmática e fascinante redoma de eternidade a que estão acondicionados através da história e toda a sua emblemática aura de contemplação e augusta solicitude frente aos apelos terrenos.

A cada página o revoar de asas nos bafeja com olores de recantos celestiais e, também, antagonicamente revelando atitudes intempestivas que resultaram em definitiva queda demonstrando ao universo o quanto de humano há resguardado em seres de natureza tão ímpar.

POEMA: NASCIMENTO - por Nijair Araújo Pinto

postagem enviada pelo autor

POEMA: CUANTO QUISIERA - REYNALDO ARMESTO OLIVA . CUBA . IWA

CUANTO  QUISIERA

Por mas que toque madera
lo caro no fue barato
hay días que pienso y trato
alargar mi corta espera.
Quizás, de alguna manera
muy dentro de este ropaje
desnudo cambie de traje
a tiempo lo necesario,
poderte sentir a diario
quisiera en otro paraje.

REYNALDO  ARMESTO  OLIVA . CUBA . IWA
postagem enviada pelo autor

POEMA: AO TEU LADO - por Giovanni Campisi

postagem enviada pelo autor

"II Concurso Literário Sarau da Onça"


Informações:
a) Restrito a autores da Bahia
b) Seleção de contos e poesias
c) Inscrição pela internet (conforme o regulamento)

Prazo: 20 de fevereiro de 2017

CABOCLO QUER APITO Por : Kleber Galvêas

CABOCLO QUER APITO
Por : Kleber Galvêas

Por definição, a cultura (popular ou erudita) é manifestação do povo. Quando administrada por força superior, deixa de ser cultura e passa a ser ideologia, recebendo o sufixo "ismo": getulismo, imperialismo, comunismo... Essa transição se torna ainda mais perniciosa quando o autoritarismo de Estado é transferido para empresas.
Na primeira metade do séc. XX, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Câmara Cascudo e, aqui no Espírito Santo, Guilherme Santos Neves documentaram a exuberância com que a cultura nacional se manifestava e frutificava nas capitais, nas cidades e no sertão do Brasil... http://www.abdic.org.br/index.php/1554-caboclo-quer-apito

postagem enviada por JORNAL O GRITO DO CIDADÃO

Evento: Domingo Cultural (2005) - CLUBE DE POETAS DO LITORAL

Muita arte e o mais legal de vários gêneros, tudo isso para comemorar o aniversário de 03 anos do Clube de Poetas do Litoral. Confira as fotos.

Realização: Clube de Poetas do Litoral -  

Apoio Cultural e local: Sesc/Santos

OS cepelistas DE 2005

domingo, 15 de janeiro de 2017

DIVAGAÇÕES (NEO)ORTOGRÁFICAS Anderson Braga Horta


DIVAGAÇÕES (NEO)ORTOGRÁFICAS

Anderson Braga Horta

A criança, ao tempo em que aprende a falar, assimila as estruturas da língua, isto é, depreende as leis internas que a regem. Não é questão de memória meramente estática e sim do que poderíamos chamar de memória dinâmica. Não é um processo de simples repetição, mas um processo de compreensão. Assim, é comum ouvir-lhe, por exemplo, um “eu fazi”, no que se revela coerente. Para “corrigi-la”, tem-se de convencê-la a usar a forma “fiz”, que se lhe afigura absurda; ou –talvez mais adequado– de aguardar com paciência que ela mesma deduza o desvio corrente. Noutras palavras: assimiladas as leis, ela as aplica de modo automático, de acordo com o padrão –eminentemente lógico– que se formou em sua mente. O que é coerente, o que é lógico, ela o aprende, ela o compreende, de um modo que podemos dizer natural; o que foge ao padrão, o que foge à lógica lingüística, no caso, não se entende, memoriza-se.
Essas incoerências lingüísticas constituem herança irrecusável. Formaram-se lentamente, através dos séculos, e não há como impor-lhes retificação. Temos de conviver com elas. O campo da ortografia é talvez o único em que podemos razoavelmente moldar o fenômeno lingüístico, e exatamente porque não lhe é nuclear, exatamente porque é, de certo modo, exterior a ele.
Noutra ordem de idéias, lembremos que uma das dificuldades da língua é a generalização, que, todavia, é um de seus fundamentos. Sem generalização não teríamos língua. A ortografia procura às vezes ser específica, como no caso do emprego do hífen em “pé-de-moleque” (Acordo de 43) e “copo-de-leite”, para indicar que as expressões têm, na hipótese, o sentido de coisas individuadas, e não o sentido normal da combinação dos respectivos vocábulos.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Monitoramento do Ensino e da Aprendizagem Multifocal - Geraldo José Sant'Anna

Sinopse:

O aluno deve ser incitado e orientado a perguntar, buscar, interpretar, escrever e socializar. Métodos mais ativos e dinâmicos têm entrado em cena favorecendo proporcionar ao aluno mecanismos que valorizem seus conhecimentos, já conquistados, e experiências vivenciadas, e também ao

professor na desafiadora tarefa de enfrentar cotidianamente a heterogeneidade de suas classes, apresentando diferentes níveis de maturidade, idade, expectativas e de formação geral. Este livro apresenta algumas importantes reflexões sobre o processo de ensino e de